Poesia #2 Não nos mate

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Não sufoque o meu amor com seu orgulho tolo
com seu cinismo barato
e as suas promessas falsas
de que quando a gente acordar
você vai estar pronto (de novo)
pra mudar.


Não me convença a mais uma noite de sexo
quando preciso gritar
que não é o que preciso.
Quando quero ser tocado
não no corpo, mas na alma
ao teu lado.

Não me troca por um beijo qualquer por aí,
e não me faz implorar
por algo que é meu de direito.
Não me faça chorar
de novo pelos cantos da casa
a te chamar.

Me seduz com teu jeito, me engana outra vez
quem sabe eu caio de novo?
E caio nos teus braços
pronto pra te viver
e beber lentamente teu veneno
e morrer. 

créditos da imagem: Lee Scott


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